Cotia, 14 de março de 2013.
A intolerância religiosa no cotidiano humano.
As declarações do pastor Marco Feliciano, atual presidente da comissão dos direitos humanos, repercutiram nas redes sociais nas últimas semanas, causando grande espanto e trazendo de volta um assunto polêmico: Até quando a intolerância religiosa será tão comum para a sociedade brasileira?
Sabemos que a homofobia e o preconceito racial não se baseia apenas na conduta religiosa pregada por algumas instituições, existem casos e casos, porém o que levaria a este senhor difamar idéias subversivas como estas? O que assegura o direito de minorias, são os direitos humanos e a eleição de Marco Feliciano, traz atona uma máxima intolerância que vemos em igrejas.
Em pleno século XXI, a tendência é que as pessoas se misturem e se unam a outras raças e outras culturas, assim seremos, misturados, globalizados e mestiços. Homens mexicanos, casando -se com sul africanas, mestiços nascendo, este é o mundo em que vivemos, onde temos direito assegurado de ir e vir, de liberdade e etc.
Homens conhecem mulheres e se casam, mulheres conhecem mulheres e se casam, homens conhecem homens e se casam. Todos somos feitos de ossos, carne, pulmão, coração e principalmente, cérebro para pensar. Refletimos então sobre o direito igual de ir e vir, tanto para negros, como para homossexuais também. Este direito existe para todos e é assegurado pela legislação de nosso pais.
Agora fica a pergunta, se este direito é assegurado, qual o sentido de manter um religioso intransigente na presidência comissionária dos direitos humanos? A voz do povo tem dito "saia" mas interesses políticos o mantêm lá por hora, digo por hora, pois tal indignação social, tratá por resultado, a saída do pastor Feliciano, afinal o que todos buscamos, é um país livre de preconceitos, em todas as áreas, até mesmo no campo religioso.
